Diagnóstico da fístula anal

O diagnóstico da fístula anal é baseado na história clínica do paciente e exame proctológico com inspeção anal, toque retal e anuscopia.

Além disso, exames de imagem são utilizados para confirmar o diagnóstico e dar um detalhamento mais refinado. Isso auxilia no planejamento e tática cirúrgica. Dentre esses exames o que se destaca é a ressonância magnética pélvica.

Outra forma de detalhar melhor o problema é fazer a relação do trajeto da fístula com o esfíncter anal utilizando o ultrassom endoanal. Isso pode fornecer informações sobre o trajeto de fístulas e características da relação com o complexo muscular esfincteriano.

Muitos pacientes perguntam qual dos dois exames é melhor para avaliar a fístula anal, e a resposta é que são exames complementares

Classificação da fístula anal

As fístulas anais podem cursar com vários orifícios externos ou internos, que podem ser uni ou bilaterais, anteriores, posteriores ou laterais. Eles também podem apresentar um ou múltiplos trajetos, relacionados com uma ou múltiplas glândulas anais inflamadas.

Em geral, uma fístula é considerada completa quando se reconhece na sua constituição um orifício externo, um trajeto, e um orifício interno. 

Quando não se identifica o orifício interno ou externo, são classificados como incompletos, recebendo a denominação de sinus ou fístulas em fundo cego.

Abaixo está a classificação de Parks, que é a mais utilizada pelos coloproctologistas:

  • Interesfincteriana;
  • Transesfincteriana alta e baixa;
  • Supraesfincteriana;
  • Extraesfincteriana.

 

Figura 1: Classificação de Parks para fístula anal.

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